Diante de uma ofensa, nos primeiros 30 segundos, nós cometemos os maiores erros da nossa vida.

Palavras que você nunca deveria dizer para o seu filho e para a sua filha, para o seu aluno, para o seu colega de trabalho. Você que é executivo, para os seus cooperadores.
Estamos recomendando no mundo todo, está sendo publicado na China, Europa, aos Estados Unidos que:
Nos focos de tensão, a melhor resposta é não se submeter à ditadura da resposta.
Não agigante quando alguém te ofender, te constranger, te ferir.
A melhor resposta é você se calar.
Você se cala por fora mas grita por dentro.
Sabe como é que nós já adquirimos esse controle? É quando nós bombardeamos o nosso cérebro com perguntas. Quem ofendeu? Por que me ofendeu? Em que circunstâncias me ofendeu?
Pra você ter uma ideia, o maior formador de pensadores da história na minha opinião, o mestre dos mestres Jesus Cristo; quando uma mulher foi presa em flagrante em adultério e colocaram Ele em uma situação complexa quanto ao veredito; eu pergunto para para as plateias que dou conferência fora do país. Qual a resposta de Jesus? Todo mundo diz: Quem não tem erros e falhas atire a primeira pedra.
Mas, essa foi a segunda resposta. A primeira resposta é não submeter à ditadura da resposta.
Ele escrevia na areia porque gritava dentro de si.
Que homens são esses que desejam apedrejar essa mulher sem conhecer as lágrimas que ela chorou e aquelas que ela nunca teve coragem de chorar?
Assim ele abriu o leque da sua mente, para num segundo momento, numa frase, resumiu o topo da ciência jurídica, sociologia e psicologia.
Ok, podem assassiná-la; mas antes tenham a coragem de mudar a base do julgamento. Olhem para dentro de vocês.
Cristo fez a psicologia materializada no mais belo sentido. Mas, infelizmente as religiões do mundo todo, não estudam a inteligência de Jesus.
Sempre falo aos meus amigos, que são padres, que são líderes protestantes, budistas; eu sempre falo para eles que é importante usar a inteligência.
Se tivessem estudado a inteligência do mestre dos mestres, provavelmente não teríamos tanta atrocidade e provavelmente até nas universidades teríamos utilizado ferramentas para que possamos ser autores da nossa própria história e não vítimas das nossas mazelas.

AUGUSTO CURY

Leave a Reply