” Toda nossa miséria e sofrimento existem, por conta dos nossos inúteis apegos…”

(Osho)

Enquanto formos identificados com pessoas, objetos, qualquer outra identificação nessa jornada terrestre, nunca seremos felizes por completos. Estaremos sempre na dependência de algo para sermos felizes.
O apego nos coloca em estado de miséria e de eternos pedintes.
O certo é que, dia menos dia, uma inevitável separação ou a perda acontecerá dentro do ciclo natural da nossa existência. Nos mostrando toda inutilidade desse apego e valor excessivo que demos a esses apegos.
Somos grandiosos demais para vivermos na condição de pedintes. Nossa vida é grandiosa demais para se resumir em um eterno pedir, um eternos esperar por algo que possa nos tornar seres felizes e completos dentro dessa existência.
A nossa ideia da morte, sofrimentos e dores ligadas a morte, estará intimamente ligada à todo nosso apego. O que ela poderá nos tirar nesse momento, será mais temível que a própria ideia da morte em si.
Uma verdadeira eternidade só nos chegará no momento em que percebemos que o apego que nos tornam mortais e perecíveis, tanto quanto os objetos ao nosso lado.
Quanto as pessoas que se vão…
Se apegar em algo ou em alguém é ficar preso nessa miséria por toda eternidade.
Vamos sofrer nos momentos das perdas e das despedidas.
Vinhemos sós e voltamos sós. Compartilhamos companhias, usufruímos momentos que poderão ser eternos por toda sua intensidade vividos, não como algo estendido por conta de todas nossas vontades e desejos em relação algum deles.
Nunca prenderemos nada ou alguém ao nosso lado para sempre, por mais apego que tenhamos.
Por mais que à consideremos necessárias ou até mesmo essenciais nas nossas vidas.
Necessário e urgente nessa vida é você e sua tomada de consciência. A sua evolução individual. A sua espiritualidade como algo que o liberte desse mundo das dores e das perdas.
O resto mais, são apenas apegos inúteis.
Se liberte deles…
Sempre valerá esse esforço individual nessa vida. É sairmos de uma condição de miseráveis, alcançando o “posto” de “reis” e “rainhas” dentro desse universo.
Felizes soberanamente, “reinando” com toda uma existência, livres e fortes!

Viveka

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